III - PRINCÍPIOS PARA A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS    

            Sendo os sonhos o produto do psiquismo e, como já demonstramos, essenciais para a compreensão do inconsciente, faz-se necessário interpretá-los.  A Psicanálise nos oferece diversos recursos para este propósito. Carlos Segre  afirma que insterpretar um sonho é tarefa fascinante para a lógica e para o senso comum e recomenda aos psicanalistas tratar cada sonho como se fosse uma das peças de um quebra-cabeça.

            O ponto inicial de todo trabalho no sentido de interpretar um sonho é que ressalvados os “restos do dia” a que se submeteu o indivíduo que sonha, o sonho sempre será a manifestação dos desejos inconscientes. 

            Os desejos quanto mais inconfessáveis, quanto mais queremos que eles fiquem
           
encobertos, mais disfarçados surgem no desenrolar desses filmes de que somos 
           
espectadores quase todas as noites.           

            Esta é a linguagem dos sonhos, a simbologia.  Nossos desejos são elaborados por um  mirabolante mecanismo e após um maravilhoso trabalho psíquico, fica pronto um enredo cheio de fantasias.  Para interpretarmos um sonho temos que entender a linguagem dos símbolos.

III. PRINCÍPIOS PARA A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS
   3.1 Simbologia dos Sonhos
   3.2 Pesadelos

   3.3 Princípios Para a Interpretação