UM PACTO DE SANTIDADE

            O ano de 2.004 ficou marcado em nossas vidas pelas lutas e pelo amadurecimento.  Deus usa provações para forjar nosso caráter, tratar nossa alma e para nos fazer galgar outros níveis de conquista. Como Igreja fomos tratados – o Senhor ministrou em nossas vidas acerca de fidelidade e aliança e terminamos o ano recebendo uma unção poderosa, uma chave para desatar as conquistas (quem esteve no culto do dia 31 sabe qual é esta chave).

            Em 2.004 recebemos Palavras tremendas do Senhor.  O Espírito Santo sabe que nosso espírito se alimenta da Palavra de Deus e por conta disto não nos deixa sem a palavra que procede da boca de Deus.  Uma das Palavras que impactaram minha vida foi a de I Sm 2:30: Honrarei aqueles que me honram, mas aqueles que me desprezam serão tratados com desprezo.  Deus sabe honrar seus filhos – Ele honrou Abraão, Moisés, Josué, Davi, Jesus – na medida que estes homens e muitos outros O honraram, Ele engrandeceu seus nomes. Sendo Jesus a expressão maior da honra a Deus, Ele foi honrado a ponto de ter seu Nome elevado muito acima dos demais (Fp 2:9).

            Nestes dias fui despertado através de Ezequiel. Em Ez 11:12, o Senhor revela que a nação de Judá não havia seguido seus decretos e que ao invés disto, se conformava aos padrões das nações ímpias.  Esta conformidade ao padrão de impiedade desonra o nosso Deus.  Neste mesmo capítulo o Senhor promete uma mudança no coração do seu povo: Eu lhes darei um coração não dividido, para agirem segundo os meus decretos. Vocês serão, então, cuidadosos em obedecer minhas leis e serão meu povo e eu serei o seu Deus (v. 18).

            Começamos o ano falando em santidade.  A santidade honra o nosso Criador, que é Santo.  Tanto hoje, como durante toda a semana, prosseguiremos com jejuns, orações, adoração e ministrações da Palavra que nos levarão a firmarmos um pacto de santidade junto ao nosso Deus.  Ele mesmo cuidará de adequar nossos corações. 

            Por favor, atenda às convocações que serão feitas hoje durante os cultos.

 

Pr. Paulo Petrizi