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FILHOS, PORÉM DE DEUS! Depois de muitos anos de amargura, lágrimas e vãs esperanças, Ana tornou-se mãe (I Samuel 1:19-28). Como todas as mulheres, Ana tinha aspirações e sonhos para Samuel. Seus desejos eram puros e altruístas, frutos de um coração agradecido e de sua vontade de servir a Deus. Deus não nos concede filhos para aliviar nossas frustrações e para aumentar nosso orgulho, embora todos os pais sejam um pouco "corujas". Ana sabia o que tinha que fazer. Havia pedido um filho com muito fervor e feito, ao mesmo tempo, um compromisso de devolver o filho a Deus. A resposta de Deus veio rápida e era sinal de que a sua graça estava com ela. E agora ela deveria renunciar completamente a seu filho e entregá-lo a Deus pelo resto da sua vida. Sendo mulher dedicada a Deus, Ana sabia do seu compromisso. Ela não tinha direito sobre a vida de Samuel; tinha somente responsabilidades. No passado, havia admitido que Deus era seu Senhor e Dono de seu filho. Deus abençoou sua decisão e Samuel tornou-se em herói da sua nação e profeta fiel. A história de Ana é a mesma de todos os pais. Ainda que não tenhamos feito um voto formal de entregar de volta os filhos a Deus, devemos ter em mente que "nossos filhos são de Deus". Os planos que fazemos para nossos filhos devem estar firmados na verdade de que eles pertencem a Deus. No começo parece difícil, porém, logo se descobre que as bênçãos que recebemos se multiplicam. (extraído do Cada Dia, do dia 15 de maio)
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