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Quem são as pessoas que o Senhor capacitará a serem os conquistadores das nações para o Senhor Jesus Cristo? No livro de Josué encontramos pelo menos três das principais características que distinguem tais pessoas, os conquistadores de Deus.
São aqueles que buscam forças e coragem em Deus. No capítulo inicial de Josué, nas primeiras instruções que o Senhor passa ao sucessor de Moisés, há uma recomendação que Deus repete três vezes: sê forte e corajoso (Js 1:6,7 e 9). Sem força e coragem não se conquista nada de bom. Aprendemos nas Escrituras que o próprio Deus é fonte de força e coragem sobrenatural. O governador Neemias, recorreu ao Senhor para fortalece-lo: Senhor, fortalece as minhas mãos! (Ne 6:9). O apóstolo Paulo escreveu a Timóteo que de Deus não recebemos espírito de covardia, mas de coragem, poder e moderação (II Tm 1:7). Os conquistadores de Deus são pessoas que se colocam na dependência direta do Espírito Santo, que os fortalece e encoraja.
São pessoas para quem o Egito é sinônimo de opróbrio. O capítulo 5 de Josué conta que em Gilgal o povo foi circuncidado e celebrou a Páscoa pela primeira vez em Canaã. Eis as palavras do Senhor, em Gilgal: Disse mais o Senhor a Josué: Hoje, removi de vós o opróbrio do Egito (Js 5:9). Os conquistadores de Deus são pessoas que reconhecem que a nova vida em Cristo é incomparavelmente melhor à vida no império das trevas, de onde fomos libertos. Em Efésios 2:12, o apóstolo Paulo descreve como era a nossa vida antes de nos entregarmos ao Senhor: naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Para os conquistadores, o mundo é tão somente um campo a ser ceifado.
São guerreiros forjados pela mão de Deus. No mesmo
capítulo 5 de Josué aprendemos que os homens de guerra não
servem para o exército de Deus. Isto é tão verdadeiro que duas vezes
o texto declara que o Senhor aguardou que toda a geração dos homens
de guerra que saiu do Egito morresse no deserto (vs. 4 e 6). Esta
geração era constituída por pessoas com idade superior a vinte anos e
o tempo de peregrinação pelo deserto serviu para que todos eles
morressem. Deus descarta os homens de guerra e forja os
conquistadores dEle. Hoje, num momento apropriado, estudaremos com a
Igreja acerca deste assunto. Que o Senhor forje muitos conquistadores em nossa Igreja.
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