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ODRES
NOVOS Em Esdras 3:8-13
encontramos a narrativa do culto que marcou o lançamento dos alicerces
para a construção do templo, em Jerusalém, pois o primeiro templo,
construído por Salomão, fora inteiramente destruído cerca de setenta
anos antes. Deus usou o rei da Pérsia, Ciro, para prover a Zorobabel
condições de retornar para Jerusalém a fim de reconstruir a Casa do
Senhor e desta história podemos tirar lições muito importantes.
Adorando como o rei Davi. O Senhor
vem restaurando Sua Noiva! Ele há de arrebatar sua Igreja adornada,
preparada para as bodas. A adoração foi marcante naquele culto que
celebrou a edificação dos alicerces do templo. Em Ed 3:10 encontramos
que apresentaram-se os sacerdotes,
paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com
címbalos para louvarem o Senhor, segundo as determinações de Davi,
rei de Israel. Temos
tido o privilégio de assistir a restauração da adoração na Igreja
do Senhor no Brasil.
O povo cheio de júbilo e alegria.
Esdras narra o contentamento do povo naquele culto: E todo o
povo jubilou com altas vozes, louvando ao Senhor... (v. 11); muitos,
no entanto, levantaram as vozes com gritos de alegria (v. 12); o
povo jubilava com tão grandes gritos, que as vozes se ouviam de mui
longe (v. 13). Hoje, a alegria do Senhor, fruto do Espírito Santo,
vem enchendo os nossos corações – por vezes é até difícil conter
tanta alegria quando estamos adorando.
Odres novos para o vinho novo. O
relato de Esdras contém um detalhe intrigante. Havia um grupo de idosos
que chorava compulsivamente! (v. 12a). Eram pessoas que
conheceram o primeiro templo e que não conseguiam se alegrar naquele
momento. Estavam presos ao passado. Este tipo de prisão é combatido
por Jesus em Mateus 9:16 e 17. O vinho novo precisa ser guardado num
odre novo – se colocarmos vinho novo num odre velho, este se romperá.
Deixe o Espírito Santo produzir em você uma mente renovada. Seja um odre novo e receba todo o vinho novo que o Senhor tem para nós. Receba a unção de adoração, como Davi. Receba a unção de alegria, do júbilo dos que são mais do que vencedores.
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