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FÉ E OBRAS Estudos
na Epístola de Tiago
LIÇÃO
VII - A LÍNGUA: BÊNÇÃO OU MALDIÇÃO
Sem exagero, podemos dizer que nos dias de hoje uma das maiores
necessidades dos cristãos está exatamente em cuidar daquilo que falam.
As palavras que proferimos podem ser bênção
ou maldição, palavras que edificam ou palavras que arrasam. É contra
essa dupla possibilidade que Tiago nos adverte.
Ele começa com um conselho. Qual? _______________________________
Ora, ser Mestre é um dom do próprio Cristo (veja Ef. 4:11; I Cor
12:28). Por que então, o conselho na negativa?
1o.) Por mais que ser “mestre” possa nos colocar em evidência,
o fardo do líder é pesado. Ele é cobrado pelas pessoas e o será também
por Deus: ... receberemos um juízo
mais severo.
2o.) Veja o v. 2. Todos tropeçam e o mestre não é exceção. Por
estar à frente e com missão de tamanha relevância, talvez seja ele uma
das pessoas mais visadas.
Consideradas as razões do perigo de ser mestre e de se valer
constantemente da palavra, Tiago passa a apresentar a necessidade de
controle da língua. Para tal, ele se vale de 2 comparações. Quais?
As duas comparações apresentam um ponto em comum: o pequeno
controla o grande, a parte controla o todo. Tiago ilustra o poder da
palavra em 4 figuras: __________________
(v. 6), ____________________ (v. 8) _________________ (vs.
11 e 12)
Algumas vezes não nos damos conta dos grandes estragos que os
“inocentes”comentários ou “colocações sem muita importância”
que fazemos podem alcançar como resultados.
Nada é tão difícil de sufocar como um rumor; nada há tão difícil
de cicatrizar como os efeitos de uma história maliciosa. Portanto, pense
bem antes de falar porque terá de responder pela palavra pronunciada.
Outra lição deste texto é que não pode haver duplicidade
na palavra do cristão ( vs. 11 e 12).
São três ilustrações que Tiago usa, a exemplo do método usado
pelos rabinos:
- a fonte que jorra água;
- a árvore que produz frutos segundo a sua espécie;
- a fonte que produz água salgada e não doce.
É de nós que o mundo pode ouvir boas palavras, palavras que matam
a sede, que consolam, que vivificam. Se não tivermos uma palavra honesta
e decente para este mundo, de quem ele a ouvirá?
PARA
PENSAR: Podem
sair hinos e mexericos de uma mesma boca?
Que
maneiras tenho para transformar meu falar em bênção e
não maldição? Pense em algo prático que você pode fazer
nesse sentido. |